Madre Teresa de Calcutá

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O dia mais belo? Hoje. A coisa mais fácil? Errar. O maior obstáculo? O medo. O maior erro? O abandono. A raíz de todos os males? O egoísmo. A distração mais bela? O trabalho. A pior derrota? O desânimo. Os melhores professores? As crianças. A primeira nescessidade? Comunicar-se. O que mais lhe faz feliz? Ser útil aos demais. O maior mistério? A morte. O pior defeito? O mau humor. A pessoa mais perigosa? A mentirosa. O pior sentimento? O rancor. O presente mais belo? O perdão. O mais imprescíndivel? O lar. A rota mais rápida? O caminhos certo. A sensação mais agradável? A paz interior. A proteção efetiva? O sorriso. O melhor remédio? O otimismo. A maior satisfação? O dever cumprido. A força mais potente do mundo? A fé. As pessoas mais nescessárias? Os pais. A mais bela de todas as coisas? O amor.

Madre Teresa de Calcutá


As sete verdades do Bambú

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Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:
Vovô corre aqui! Me explica como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva…este bambu é tão fraco e continua de pé?
Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.
A primeira verdade que o bambú nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e diante da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio, aquele que me chama, que é o Senhor.
Segunda verdade: o bambú cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.
Terceira verdade: você já viu um pé de bambú sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros ao seu lado. Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem como uma árvore. Ás vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
A quarta verdade que o bambú nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambú não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
A quinta verdade é que o bambú é cheio de “nós” (e não de eu’s). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
A sexta verdade é que o bambú é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziamos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa ser cheio do Espírito Santo.
Por fim a sétima lição que o bambú nos dá é exatamente o título do livro: Ele só cresce para o alto, Ele busca as coisas do Alto.
Essa é sua meta.

Padre Léo Livro Buscai as coisas do alto

Maio Mês consagrado a Santíssima Virgem

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Mês de Maio consagrado a Santíssima Virgem
“Ah ! quando virá esse tempo feliz em que Maria será estabelelcida Senhora e Soberana nos corações, para submetê-los plenamente ao império de seu grande e único Jesus? Quando chegará o dia em que as almas respirarão Maria como o corpo respira o ar? Então, coisas maravilhosas acontecerão neste mundo onde o Espírito Santo, encontrando sua querida Esposa como que reproduzida nas almas, a elas descerá abundantemente, enchendo-as de seus dons, particularmente do dom da Sabedoria, a fim de operar maravilhas de graça. Meu caro irmão, quando chegará esse tempo feliz, esse século de Maria, em que inúmeras almas escolhidas, perdendo-se no abismo de seu interior, se tornarão cópias vivas de Maria, para amar e glorificar Jesus Cristo? Esse tempo só chegará quando se conhecer e praticar a Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem.
São Luís Maria Grignion Montfort
(Tratado de Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem)
13 de maio – Nossa Senhora de Fátima
24 de maio – Nossa Senhora Auxiliadora
31 de maio – Visitação de Nossa Senhora

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Senhor, quem o desejar pode ouvir-me e desprezar minha confissão: que me olhe prostado como a pecadora aos pés da Tua misericórdia, banhando-os com as lágrimas do meu coração, vertendo sobre eles o perfume de uma terna devoção (Lucas 7, 38;). Que todos os meus recursos, por mais pobres que sejam, de corpo e de alma, sejam usados para comprar este perfume que Te agrada. Espalha-lo-ei sobre a Tua cabeça, sobre Ti cuja cabeça é Deus; e sobre os Teus pés, sobre Ti cuja ponta é a nossa natureza fraca. Ainda que o fariseu murmure, Tu, meu Deus, tem piedade de mim! Ainda que o ladrão aperte os cordões da bolsa rangendo os dentes, desde que eu Te agrade, pouco me importa incomodar seja quem for.