Moções Proféticas

O Grupo de Oração é nada mais que o Meu Coração

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Nesta sexta-feira (15), a Igreja celebra o Amor de Deus através do Sagrado Coração de Jesus. Um dia para consagrarmos as nossas vidas a essa fornalha ardente de caridade, que acolhe a todas as nossas alegrias, tristezas e dificuldades.
Um Coração no qual todos devem procurar seu abrigo e refúgio.
Confira uma profecia dada pelo Senhor à RCC durante o Congresso Nacional de 2007, quando Ele nos convidava a entrarmos em seu Coração e provarmos de Sua misericórdia, através de nossos Grupos de Oração:

“Escutai povo meu, escutai meus filhos e filhas, se vocês se deixassem conduzir pela sabedoria do meu Espírito, jamais se afastariam de seus Grupos de Oração. Pois Eu quero vos revelar, com toda a minha autoridade, com toda a minha misericórdia, que o Grupo de Oração, o qual muitos de vocês têm abandonado ou desvalorizado, é nada mais que o meu coração e é no meu coração que cada um de vocês está gravado eternamente. Por isso, Eu mesmo, o Senhor, vos declaro e vos peço: retornem depressa ao meu coração, as portas se abrem. Entrem, entrem e sejam profetas no meu coração. O meu coração se abre para vocês, e o meu coração é cada Grupo de Oração espalhado nesta nação.”
Fonte: RCC Brasil.Org


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Quebra de votos íntimos

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“Uma palavra má transtorna o coração; dela vêm quatro coisas: o bem e o mal, a vida e a e morte; sobre estas quem domina de contíguo é a língua.” (Eclo 37,21)
Estávamos orando diante do Santíssimo, e inspirados pelo Senhor, começamos a lembrar de muitas afirmações que fizemos a respeito de nossas vidas que não estão alinhadas com a palavra de Deus, afirmações essas que podem ter caído como um peso de maldição sobre nós.
Lembrei então de um ensinamento que Pe. De Grandis, dos Estados Unidos, nos dava quando falava sobre as palavras que proferimos. Dizia ele que muitas vezes em momentos de dor, ou de desânimo ou de mágoa, ou de profunda tristeza ou movidos por sentimentos de rejeição ou complexo de inferioridade, dizemos coisas que soam como promessas que fazemos a nós mesmos, como votos íntimos que firmamos conosco mesmos. Exemplificando, uma moça que é abandonada pelo namorado por quem está apaixonada diz: “Se não casar com ele não caso com mais ninguém.” Isso vai ter a força de um juramento e, inconscientemente, ela sempre se apaixonará pela pessoa errada ou por alguém que não queira casar com ela. Ou então alguém que perde um ente querido e diz: “Nunca mais serei feliz”. E não será mesmo, pois inconscientemente vai procurar viver de forma a não ter mais alegria e paz no coração. Ou ainda aquela pessoa que diz: ”Sempre fui pobre e sempre serei”. Essa pessoa pode até ter ótimas oportunidades na vida, mas se tiver prosperidade vai dar um jeito de perder tudo para continuar sendo pobre.
Conforme ensinamento de Pe. De Grandis, o que devemos fazer é pedir perdão a Deus por termos falado essas coisas que não estão alinhadas com o seu desejo de bênçãos para nós. A seguir devemos fazer a renúncia desses juramentos, da maneira explicada a seguir. Vamos tomar como exemplo a pessoa que disse que nunca mais seria feliz. Essa pessoa dirá, em voz alta: “Em nome de Jesus , eu retiro essa promessa que fiz de não ser feliz. Clamo o sangue do Senhor Jesus sobre essas palavras e peço a Jesus, meu Senhor e Salvador, que com a sua autoridade e soberania ordene agora que seja quebrado esse juramento e que o poder dessas palavras na minha vida seja desfeito agora para todo o sempre. Agradeço ao Senhor Jesus por me libertar e declaro agora que vou ser feliz porque Jesus veio para me dar vida abundante”. Depois disso, louvar a Deus sempre que se lembrar e agradecer-lhe pela libertação obtida. Dizer também com freqüência: “Daqui para frente serei muito feliz porque abri as portas da minha vida para receber todos os bens que Deus tem preparados para mim”. A moça que disse que jamais casaria vai dizer que retira a promessa de não casar e que está aberta para receber com gratidão e alegria um marido se Deus assim o quiser. A pessoa que disse que sempre seria pobre vai quebrar esse voto, retirar as palavras que disse e vai dizer agora que está aberta para receber todos os bens que a providência de Deus lhe der. E assim por diante, conforme o voto íntimo que tenha sido feito.
Essa é uma poderosa oração de libertação que trará muitas bênçãos para as nossas vidas se for feita com fé no poder do nome e do sangue de Jesus e também com confiança no amor de Deus que sempre quer o melhor para cada um de seus filhos e filhas.
Maria Beatriz Spier Vargas
Secretária geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
Fonte: RCC Brasil.org

Sobre o Silêncio

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“Não joeires a todos os ventos, não andes por qualquer caminho, pois é assim que se revela o pecador de linguagem dúbia. Firma-te no caminho do Senhor, na sinceridade de Teus sentimentos e de Teus conhecimentos, nunca te afastes de uma linguagem pacífica e equitativa.” (Eclo 5, 11-12)
O Senhor nos suscitou as seguintes palavras de exortação e sabedoria: “Prudência. Cautela. Não joeires aos quatro ventos, não te apresses em dar tua opinião sobre tudo. Verás o peso que sairá de tuas costas se não ficares preocupado em fazer os outros saberem de tua opinião. Guarda-a para ti e só fala quando te perguntarem. Assim agirás como um ato de obediência a Mim, porque estou te pedindo. No teu silêncio Eu estarei agindo, iluminando teu entendimento. Te surpreenderás,  também, de como teu entendimento será depurado, refinado através da escuta dos outros. Quanto mais te exercitares na escuta e no silêncio, mais percepção terás das nuances de intenção dos outros e, sobretudo, uma maior clareza do certo e do errado. Não quero, absolutamente, que te afastes da verdade.  Considera que os outros  também podem ter algo importante para dizer e que talvez o que eles dirão está mais próximo da verdade do que pensas. Honra os outros no teu coração e nos teus pensamentos. Eu honro todos os meus filhos e dou  importância  a cada um, de modo pessoal. Te alerto para algo importante: Ao falar quererás agradar a mim ou aos outros? Concordarás com os outros só para conquistar sua estima ou é o meu apreço que procuras? Não te apresses em aderir ao pensamento dos outros e às suas opiniões. Submete a mim o julgamento e Eu te darei o discernimento. O teu  silêncio será uma espera na Minha presença até que Eu me manifeste. Então poderás falar.”.
Certa vez, num Encontro Nacional de Pregadores, em Aparecida/SP, Dom Alberto Taveira, que era o pregador oficial, nos ensinou como agir quando estamos conversando com os outros. Dizia ele, mais ou menos nessas palavras: “Quando o outro fala, aja como se ele fosse o pai e você o filho. Escute com respeito até que ele diga o que tem a dizer. Então, você poderá falar e falará como um pai e ele será o filho. Quando o pai e o filho estão presentes, temos aí a presença do Espírito Santo e o amor da Santíssima Trindade”. O que Dom Alberto queria ilustrar é mais ou menos o teor da palavra de sabedoria acima, que devemos acolher o que os outros têm para nos dizer com respeito, sabendo calar até chegar o momento certo de nos manifestar e que se assim fizermos teremos uma graça especial de Deus a nos ajudar.
Que o Senhor nos dê essa graça!

Maria Beatriz S. Vargas

Secretária Geral do Conselho Nacional da RCC Brasil.

Fonte: Moções Proféticas Site RCC Brasil  11 de novembro de 2009 as 00:00 hs